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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Carta de vinhos, Grão Vasco Dão Tinto


Grão Vasco Dão Tinto é para mim o melhor vinho corrente português, este em particular, o clássico. Produzido nas terras da região do Dão, Beira Alta. E chamo-lhe clássico por ser o primeiro produto com a designação a par com mais duas variantes: Douro e Alentejo.

O primeiro ponto agradável é o seu grau alcoólico, 12,5%. Não lhe tira, não lhe presta, nem camufla aromas é, para mim, o grau ideal. E, muito importante, não precisa de mais grau para lhe induzir qualidade.

Empiricamente, sinto um aroma frutado em que realça o sabor da própria uva (doce qb) de ambiente continental da Beira Alta, um aveludado sem exagero, o sabor fica-se praticamente no presente e, quando acompanhado por alimentos, realça-os sem que estes percam o seu sabor natural.

Produzido pela Sogrape Vinícola do Vale do Dão.

Não se tratando de saudosismo, é mesmo gosto, preferia o design do rótulo antigo onde o retrato de São Pedro pintado por Vasco Fernandes (pintor português), se destacava em primeiro plano.

Na minha classificação, de 1 a 5, atribuo-lhe 5.

O vinho e demais bebidas com álcool são para degustação e ajuda na composição de sabores, não são para matar a sede.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Carta de vinhos, Cerejeiras




Peço desculpa a quem seguia esta rubrica e, até hoje, se podia deliciar por um único sabor. Hoje apresento um vinho corrente da estremadura contudo, o seu sabor não é o comum dos vinhos desta região. Eu, como simples apreciador, acho que essa diferença se deve à casta "Castelão".

É um vinho de sabor agri-frutado ou seja, com a base caracteristica de um vinho da estremadura (ácido) e um frutado à semelhança dos vinhos Baixo Douro / Beiras.

Cerejeiras Regional Tinto é produzido pela Companhia Agrícola do Sanguinhal, Bombarral.

Óptimo para acompanhar carne e mesmo peixe, principalmente, azuis (gordos). Na minha tabela de uma a cinco estrelas, dou-lhe 4.





O vinho e demais bebidas com álcool são para degustação e ajuda na composição de sabores, não são para matar a sede.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Carta de Vinhos, Alcambar


Vou iniciar um ciclo de vinhos que degusto aquando das minhas incursões gastronómicas. Vou dar a minha opinião sobre o que achei. Reafirmo, é uma opinião pessoal. Tenho por objectivo partilhar com os meus amigos e demais leitores os vinhos que conheço e ajudar numa eventual escolha.

Não sou enólogo, sendo por isso na qualidade de consumidor comum, porque é dos consumidores comuns que se consome mais ou menos, que dou a minha opinião. Não é pretensão minha desprestigiar ou desvalorizar a opinião dos técnicos enólogos. É sim, por à vista o palato empírico.

Hoje começo com vinho corrente que bebi na última refeição num restaurante de Lisboa:

Alcambar tinto da Adega Cooperativa do Fundão, Fundão.

Vinho suave, boa cor e aroma a sol, típico de clima continental; frio e quente seco nas respectivas estações. Acompanhei com prato de carne.

Na qualidade de vinho corrente classifico-o com 4*

O vinho e demais bebidas com alcool são para degustação e ajuda na composição de sabores, não são para matar a sede.